A história de mulheres que em sociedade são perfeitas damas, mas depois que as luzes se apagam e rola um álcool... Ishhh!!!


As Damas

Lady Tramp
Loira Furacão
Material Girl
Menina Serelepe
Saffa Dinha

Contato

E-mail


Blogs Amigos

Amigo Não é Banco
Banheiro 222
Belle Du Jour
Blog da Rê
Blog do Berin
Blogólatras Anônimos
Blogs que eu Vi
Cama de Gata
Deepest Thoughts...
Deus do Ébano
Diário de Uma Rosa
Flor de Seda
Francezinha Tagarela
Frenesi e Lucidez
Gata no Cio
Jornal do Blogueiro
My Road
Ogim4 na Rede
O Que Elas Querem
Psicose Afetiva
Razão e Sensibilidade
Salto 15
Seda Pura
Sete Ofícios
Seu Jeito
SexPlícito
Sugar 'N Spice
Sweetest Addiction
Tudo Sobre o Mundo do Swing
Z1bi Urbano


Sites

Globo.com
Scripts Universe
ICQ to go!


ARQUIVOS


online





Eu sou blogólatra!


Layout by

Domingo, Maio 09, 2004

E numa noite fria...

Ele me acordou no meio da noite, com um telefonema inesperado e muito bem-vindo. O sangue correu ainda mais quente pelas veias ao ouvir sua voz. Cortejou-me e, com uma proposta indecorosa, me fez levantar da cama.

Fui ao banheiro, lavei o rosto demoradamente. Em quarenta minutos ele chegaria para me raptar. Mais uma vez. Enxuguei as gotas de água que caíram no colo, soltei os cabelos e fui andando, com passos leves, para o quarto. Quem dormia na sala não podia desconfiar de nada.

Abotoei meu jeans e vesti uma blusa leve e transparente. Apenas a madrugada disfarçava meu seio nu sob o pano fino. Peguei minhas chaves, com o cuidado de não fazer o menor ruído, tranquei a porta e fui esperar no jardim.

O vento fresco me deixou extasiada. Me senti a própria Mulan em suas buscas pela liberdade. Avistei, ao longe, o farol de seu carro e fui andando em sua direção como um vampiro em busca de sua presa, com a certeza de que nada, absolutamente nada, iria me escapar.

Ele desceu do carro e abriu a porta para mim. Um verdadeiro gentleman. Antes que eu entrasse, susurrou palavras doces e cálidas. Seu corpo, encostado no meu, exalava um perfume que se misturava ao das árvores e incensos exóticos que o caseiro havia espalhado pelo jardim anteriormente. Estremeci. O corpo ficou amolecido e os sentidos aguçados. Deixei que me beijasse. Uma e várias outras vezes, enquanto passava a mão sobre meus seios, ainda cobertos pela blusa. Sentir a precisão de seus dedos e a maciez da seda era delicioso. Era hora de me entregar mais uma vez...

Escolhemos um local da fazenda. Nosso pequeno paraíso, atrás de um discreto morro. Entre nós e a Deusa, apenas um cobertor de casal. Ela, a Terra, era nossa única e mais fiel testemunha.

Apaixonados, amanhecemos o dia ali. Nus, cobertos de sereno e suor... era a luxúria saindo dos poros. Mas não podíamos ficar ali para sempre. Hora de voltar à realidade...

Deixar ir meu querido amante e voltar para casa, com o mesmo cuidado da saída, para não acordar o namorado que ainda dormia na sala...

Postado por Lady Tramp, em 6:12 PM

Comentários:



Sábado, Abril 17, 2004

Strip, Lap Dance e outras dancinhas sexies!


Eu, desde que me entendo por gente, gosto de dançar. Comecei aos cinco anos. Bom, na verdade, comecei a dançar quando meus pais, depois de muito choro, decidiram comprar um toca discos ultra mega moderno só pra mim. Só assim, aos quase quatro anos, me dediquei com afinco à essa prática.

No começo dançava pela diversão, ficar pulando junto com as amigas, me sentindo A popstar, era tuuudo de bom! Depois descobri as sapatilhas, pontas de pé, dores musculares, carne viva... porém não deixei de sentir prazer em cada segundo desses meus contatos mais dolorosos com a música.

Mas, definitivamente, a minha melhor descoberta nesse mundo foram as danças sensuais, que descobri com a dança do ventre, muito antes da modinha da novela. Foi aí que descobri que, pra dançar, não adiantava só o carisma, tive que inventar várias formas de sedução (diferentes das que aplicava nos relacionamentos) para manter os espectadores encantados do começo ao fim. Para isso, sempre testava minhas caras, bocas e olhares com o namorado do post anterior.

Daí nasceu a Lap Dance. Pra quem não sabe, lap dance é aquela dança particular em que o dançarino interage com o espectador, que está sentado, mas não o contrário. Quem dança pode tocar, beijar, rasgar a roupa do outro... e quem está sendo privilegiado com esta performance tem que se contentar a assistir a provocação sem encostar um dedinho sequer no dançarino. Pelo menos a teoria é assim. A prática não engloba tantas regras... ainda bem! Essa prática me rendeu várias coisas legais, tirou as inibições que ainda restavam nesse corpo, me fez mais mulher, mais bem resolvida... ou seja, só trouxe coisas boas.

Resolvi me aprofundar. Entrei de cabeça no Strip, me matriculei num curso (que faço até hoje), e deixei meu último namorado (que hoje é uma espécie de amante) nadando nas nuvens da libertinagem! Já até dei uma aulinha particular pra ele onde tenho minhas aulas... e foi uma delícia!

Postado por Lady Tramp, em 1:41 PM

Comentários:



Quarta-feira, Março 31, 2004

O primeiro namorado
a gente nunca esquece...


O conheci quando tinha 11 anos. Estava na casa da minha tia, pois meus pais estavam viajnado. E ela, periguete pré-histórica, decidiu que ia sair com as amigas e me deixar aos cuidados de um amigão dela que, na verdade, era apenas uma paixão enrustida.

Ele tinha 25 anos e me recebeu super bem. Tinha até alugado desenhos animados, comprado balinhas... Oh, grande coisa... Sentei no sofá e fiquei olhando para aquele "velho" cabeludo querendo me agradar sem conseguir. Imaginei o quanto era ridículo estarmos ali sem fazer nada. Pra quebrar o gelo, perguntei:

Lady: Você fuma?
Cabeludo: Fumo, porque?
Lady: Eu quero um cigarro.

O silêncio se fez presente pro alguns minutos. Ele levantou, muito apreensivo, e me estendeu o cigarro. Depois disso tudo fluiu. Começamos um papinho ingênuo sobre escolas, amigos, rock'n'roll... e acabei caindo no sono. No outro dia pela manhã fui pra casa com a minha tia bêbada.

O tempo passou.

Dois anos depois o encontrei num show. Ainda cabeludo, holywood red na mão, tatuagem no braço... (meninas de 13 anos se impressionam muito com esses tipinhos). Ficamos o show inteiro conversando e acabei perdendo a carona pra casa. Fomos para o apartmento dele(minha tia podia me pegar lá depois), tomamos vinho, conversamos. Confessei que tinha achado ele meio babaca por ter 27 anos e ainda estar naquele esquema de showzinhos de bandas cover e ele dava umas risadinhas apagadas... Acho que estava pensando na vida vazia...

Apesar de tudo, ficamos amigos. Amigos íntimos. Nunca um homem tinha me contado sobre sua vida (também sexual) tão abertamente quanto ele. E eu, na fase mais curiosa da vida, tentava absorver tudo sobre os assuntos.

Um dia, numa festa, ele me roubou um beijo. Senti que naquela hora me revelaria... O amigo que eu tinha não me conhecia de verdade. Levei ele para um canto e arranquei um puuuta beijo daquela boca que hoje eu conheço muito bem. Fomos nos arrastando para um quarto, mas percebi que ele estava relutante. Tranquei a porta, pedi que ele não dissesse nada e andei em sua direção. Os amassos começaram novamente... e foram esquentando...

Cabeludo: Você quer mesmo?
Lady: Quero agora...

Lembro como se fosse ontem... Fiquei em pé na cama, tirando a calcinha, enquanto ele abria o zíper da calça. Abracei-o, ele me carregou no colo e nos colocamos, naquela mesma posição, sentados na cama. Beijos, suor, sentir seu pênis ereto encostando em minhas coxas... Não precisava de mais nenhum motivo pra entregar-me totalmente.

Foi uma transa muito gostosa e surpreendente. Principalmente pra ele, que só então descobriu, por causa de minhas habilidades, que eu já não era mais virgem.

E foi nesse misto de tesão, admiração e surpresa que começamos a namorar.

Durou quase quatro anos. O Cabeludo (que hoje nem é mais) me ensinou muita coisa da carne, da vida, da arte, da fúria e do amor. Sou a Lady Tramp em grande parte por causa dele, que me fez mulher, me amou, me ensinou a brigar (muitas vezes com ele mesmo) e que nunca me fez esquecer aquela menina que eu era quando nos conhecemos.

First love... we never forget.




Postado por Lady Tramp, em 8:46 PM

Comentários:



Quarta-feira, Março 24, 2004

Nooosssa! Tem um tempão que não apareço por aqui! Ando tão ocupada ultimamente... Ainda bem, porque, partindo do princípio de que "tempo é dinheiro", Lady Tramp está óteeema com essa correria toda.

Quando andamos muito atarefadas, é óbvio que a paciência diminui um pouquinho. Por isso, fiz uma lista prática de tipinhos masculinos irritantes na hora H:



1) Aquele que, no motel, só quer saber de se olhar no espelho e fazer posições bonitas (pra ele) e nem um pouco confortáveis pra nós.
2) Aquele que começa a tremer quando tiramos a roupa pra eles. E o resto é um desastre ainda maior.
3) A cara que só trepa com a tv ligada.
4) Aquele que vai tomar banho cinco segundos depois de gozar.
5) O que pede pra vc parar de emitir sons, porque todos no motel vão escutar.
6) O que só quer que nós fiquemos de 4, ou que nunca variam de posição. 7) Aqueles que parecem moças quando pedimos uns tapinhas.
8) A turma da ejaculação precoce.
9) A turma do "vira pro lado e dorme".
10) Os que não dão a segunda, nem a terceira,nem a quarta.
11) Aqueles que só sabem xingar na cama. Mesmo quando a transa é a mais apaixonada, de namoradinhos, ele está lá, "vai, sua vagabunda"...
12) O cara que se diz expert do sexo tântrico e desmaia 20 minutos depois.
13) Os contadores de história.
14) O que entra mudo, sai calado; entra mudo e sai calado... e a transa é um silêncio só.
15) Aqueles que são absurdamente obcecados com alguma parte do nosso corpo.
16) O cara que troca seu nome por outro totalmente diferente (você se chama Renata e ele jura que é Simone).


E pra vocês, o que é mais irritante naquelas horas?!?!
Beijinhos e cheirinho de incenso de coco!

Postado por Lady Tramp, em 4:16 PM

Comentários:



Domingo, Fevereiro 15, 2004

Mico na casa da vovó!!!

Almoços de família são sempre uma surpresa. Ainda mais quando você resolve levar o namorado novo pra ser iniciado nos rituais familiares de um povo... quase Adams. Acontece de tudo. Desde perguntas indiscretas do irmão ciumento, troca de telefones com a tia papa-anjo (só deus sabe o que ele vai ter que aguentar depois), conversas fúteis sobre tecnologias teen (leia videogame) com o outro irmão que não é tão ciumento, até checadas indiscretas do "pacote" do moço (feitas pelas primas observadoras). Mas essa até eu faço.

Estávamos na cozinha, fazendo a clássica lasanha vegetariana que só nós sabemos fazer, quando o clima começou a ficar mais quente. Vez ou outra ele se colocava atrás de mim e me apertava contra o balcão para que eu sentisse o grau de "animação" que tomava conta do lugar. Numa escala de 0 a 10, diria que ele estava 40! Eu, como toda boa moça (pelo menos todas as moças deveriam ser assim), não aguento ver meu homem em tal estado sem retribuir à altura. Continuamos brincando de leve na cozinha. O único problema é que toda hora alguém aparecia por lá.

Quando o almoço foi servido, fomos os primeiros a comer já com a intenção de dar aquela escapada básica no andar de cima, antes que meus primos também subissem pra assistir tv. O local escolhido foi o banheiro, pois os quartos não podiam ser trancados à chave.

Transávamos loucamente, com a única preocupação de não fazer muito barulho. Afinal, ninguém quer ser pego transando no banheiro da avó. Mas, pra mim, é impossível ficar totalmente calada nessas horas. Vez ou outra ele tampava a minha boca e só restavam os grunhidos abafados pra exprimir o meu prazer.

- Toc, toc! Lady, você está aí?
- Ladyyy...?

Eram minha tia e primo batendo na porta. Desespero total. Para piorar a situação, meu namorado ainda respondeu que sim, eu estava ali (e com ele!). Nessa hora, mais gente chegou. E começou aquele bafafá absurdo! Uns pediam pra entrar no banheiro, meu pai batia loucamente na porta.

Como remediar a situação?

Tive a (não tão) brilhante idéia de fingir que estava vomitando. Comecei a fazer barulhos indispostos e a jogar água no vaso sanitário. Meu namorado disse que eu estava passando mal. Numa tentativa de dar mais realidade à situação (assim espero), ele jogava água no meu rosto, acho que era pra dar aquele efeito de coitadinha quando saísse do banheiro. Até que a maldita água entrou no meu nariz! Tenho pavor de substâncias estranhas no meu nariz! Soltei um gemido de pânico e logo meus olhos ficaram irritados e cheios de lágrimas. Decidi sair logo dali. Tinha até esquecido da minha famíla em peso do outro lado me esperando. Quando abri a porta, estava tão horrível, de olhos vermelhos e cara molhada, que fui inundada de perguntas quanto à miha suposta indisposição. Entrei no quarto da minha tia e deixei meu namorado se explicando pro pessoal. Não sei o que ele disse, mas até hoje, ninguém mais toca no assunto.

Postado por Lady Tramp, em 10:28 AM

Comentários:



Segunda-feira, Janeiro 26, 2004

Quando foi que eu perdi?!?!?!




Ontem bati um papo com uma priminha de 14 anos sobre sexo. Eu sou daquelas que tem uma opinião pra tudo nos assuntos "obscuros"da família. Então ela veio me procurar, fez milhões de perguntas: Dói? Tem que colocar os dedos primeiro? Vai sangrar? Como é que eu faço sexo oral? E o interrogatório foi longe... até eu descobrir que a danadinha já tinha feito de tudo e só queria mesmo saber se eu tinha uma técnica pra não morder o pênis do parceiro durante o sexo oral. Aí eu fiquei imaginando o sofrimento do namoradinho dela de 16 anos... Técnica eu não tenho... Tem gente que já nasce sabendo.
Depois dessa conversinha fiquei lembrando dos meus tempos de "recém-iniciada" e das inúmeras dúvidas que tinha. Mas, com certeza, a maior e mais tempestuosa delas era não saber quando exatamente eu tinha perdido a virgindade. Os primeiros contatos mais explícitos que tive com sexo foram as sessões de filme pornô que aconteciam no apartamento da vizinha. Ela tinha a minha idade. Pegava os filmes do irmão mais velho e passava para um monte de amiguinhos assistirem. Ei, filme não tira virgindade, certo?! Mas foi depois de uma sessão dessas que a língua do irmão da minha vizinha passou por lugares jamais antes explorados. Isso foi quando eu tinha, digamos, pouquíssima idade. E continuou por alguns anos, em segredo, até que eu arranjei o primeiro namoradinho. Da língua pros dedos foi um pulo! Um, dois, três, quatro... E mais uma cervejinha pra relaxar... Sangrei. Eu pensava: "Ah, é só um pedaço de carne... que se dane essa m**** toda"! Continuei com o namorado por uns três meses até que ele mudou de cidade. Tempos depois (mais de um mês, menos de um ano), numa festinha no salão de festas do meu prédio, escolhi um alvo. Levei o sujeito pro meu apartamento e... transamos, eu acho. Estava tão bêbada que não senti absolutamente nada. Só me preocupei com a camisinha e deixei ele fazer o resto. Deve ter sido uma merda. Tecnicamente, foi aí que eu perdi a virgindade (se é que perder a virgindade é ter um pênis dentro da vagina pela primeira vez).
Mas, idealizações de menina ou não, queria fazer sexo pela primeira vez de forma consciente. E foi aí que eu transei com um judeu horroroso num banheiro químico. Aquilo sim foi uma arte (não no sentido belo da palavra).
E cada vez que minhas transas não eram como as de novela eu me impunha uma virgindade imaginária. Até que o príncipe apareceu e eu fui feliz eternamente enquanto durou.
Então... quando eu era mais nova, chegava a perder o sono por causa dos cinco ou seis homens que, supostamente, teriam tirado minha virgindade. Mas, sabe como é, isso passa. A maior lição que tirei disso tudo foi: Relax and enjoy!!!
Porque nem tudo que é bom tem que durar pouco...

Postado por Lady Tramp, em 12:39 PM

Comentários:



Terça-feira, Janeiro 20, 2004

O dia em que meu "fogo" quase me matou...


Quando eu li este último post da Lady Tramp, acabei lembrando de uma estória um tanto quanto similar que me aconteceu, e que por ser uma situação, digamos, "singular", não posso deixar de compartilhar aqui com vocês.



Eu havia recém-terminado um namoro e resolvi sair com minhas amigas para dar uma badalada. Chegando no barzinho, acabei encontrando um ex-namorado (outro!!!!). Depois de algumas doses de tequila (Barzinho mexicano, sabe como é né?), a idéia de um remember me soou bastante interessante e convidativa... Começamos nos beijinhos inocentes lá mesmo, mas o clima foi esquentando, e a urgência de ir para um lugar "mais calmo" tornou-se uma questão de emergência máxima para ambos....

Saímos do barzinho já devia ser umas 2 horas da manhã, completamente loucos para arrancar as roupas um do outro, meio "altos" de tanta tequila (pra naum dizer outra coisa), e debaixo de uma chuvinha chata.

O tesão de tanto tempo separados (e no meu caso você pode adicionar quase um mês sem sexo) fez com que a gente começasse as loucuras assim que entramos no carro.... Mas como a intenção era terminar o "assunto" em um motel, ele ligou o carro, achando que conseguiria dirigir com as minhas carícias pra lá de ousadas...

Carro em movimento, dois semi-bêbados completamente excitados, chuva, poucos carros na rua (afinal, já não era tão cedo) e visibilidade zero não é uma combinação que poderia ter um final feliz.

Acabamos dando com o carro na traseira de um outro veículo que estava parado num sinal vermelho... Até que isso não teria sido tão desastroso, não fosse a posição em que eu me encontrava...

Na ânsia em que eu estava, acabei pulando pra cima "dele" (literalmente)... Na hora em que batemos eu estava sentada de pernas abertas no colo do meu ex-namorado fazendo vocês sabem o que. Fiquei presa entre ele e o volante, quase quebrei a coluna, e por pouco não fomos presos... rs.

Ainda me pergunto de onde apareceu aquele carro, assim do nada (Poxa, nem eu nem ele vimos o carro parado...rs. Por que será????). No entanto, creio que o mais decepcionante foi voltar para casa (no dia seguinte, depois de passar a noite no hospital, não no motel!!!) sem termos terminado o que começamos...

Postado por Loira Furacão, em 9:25 PM

Comentários:



Segunda-feira, Janeiro 19, 2004

Pega na Blitz





Estava há um mês sem ver meu ex-namorado quando rolou um flashback entre a gente. Ele me ligou de madrugada pra gente dar uma escapadinha de dois dias. - 15 minutos, ele disse. Foi o tempo de tomar uma ducha, colocar um vestidinho e sair de casa pela porta dos fundos.
Assim que entrei no carro me arrepiei toda, tamanho era o tesão que rolava entre a gente. Por mim, transávamos até na frente de casa, mas ele tinha se hospedado em um hotel pra passarmos o fim-de-semana despreocupados e fazendo muita sacanagem.
A caminho do hotel, o tesão explodia entre a gente. Era óbvio que eu não conseguiria esperar até chegarmos. Comecei a falar sacanagens no ouvido dele. De vez em quando o provocava com a língua... Ah, como ele adorava que eu brincasse com a língua na orelha dele! Ao ver o volume em sua calça, decidi brincar com a língua em outro lugar. Nem preciso dizer a delícia que é pagar um boquete no carro em movimento, né? Eu simplesmente ADORO! E lá estava eu, chupando, com muita presteza, cada pedacinho do membro ultra enrijecido do meu ex (só de lembrar dá água na boca).
Em meio aos gemidos ofegantes, o escutava a balbuciar algo, mas não dei muita bola. Segundos depois, ele fala mais alto... "Levanta..." Desobedeci. Disse que ainda não tinha acabado e continuei fazendo o que tanto adorava. De repente senti a velocidade do carro diminuir bruscamente. Levantei a cabeça e dei de cara com uma gigantesca blitz a pouquíssimos metros. Já tinham mandado nosso carro encostar, ou seja, pela proximidade, os policiais já tinham visto o que acontecia lá dentro. Meu sangue gelou. Um policial olhava pra nós e ria como se fosse tirar algum proveito da situação.
Encostamos o carro. O policial pediu para descermos do carro e chamou meu ex para ir até uma viatura da polícia, onde ele ia conferir os documentos. Detalhe que ele não pode fazer isso na presença do motorista, né? E eu continuei em pé, morrendo de frio, vestindo nada mais que um microvestido. Até que um outro policial chegou perto e começou a tirar um sarro, falando que tinha visto o que estávamos fazendo dentro do carro e tal.... eu tremia, de frio e de medo, e nem ouvi direito as baboseiras que ele disse. Por sorte meu ex veio ao meu encontro e disse que não havia nada de errado. Quando estávamos prestes a entrar no carro pra ir embora, o policial disse que teria que revistar o carro. Meu ex bufava de raiva. Era óbvio que eles estavam fazendo aquilo pra sacanear mesmo. Revista feita, fomos liberados.
Eu fiquei em estado de choque e ele ria sem parar. Decidimos passar num posto de gasolina e comprar um vinho pra relaxar.
E, depois disso, meu fim-de-semana foi uma delícia...

Postado por Lady Tramp, em 6:10 PM

Comentários:



Quarta-feira, Janeiro 14, 2004

No Camarim...




Pra quem não sabe, sou dançarina. E meu grupo se apresenta algumas vezes por ano em teatros, clubes e fazemos apresentações particulares também.
Numa dessas apresentações inventei de chamar meu ex-namorado para assistir. Era um espetáculo bem bonito e corrido, já que eu, além de dançar, cuidava da maquiagem e detalhes das roupas das meninas. Não parava um segundo.
O primeiro dia da apresentação ocorreu sem problemas. Saí com meu namorado, fomos tomar um suco e ele, estranhamente, insistiu para assistir o segundo dia também. Não entendi seu pedido, mas concedi o convite.

O segundo dia...

Estávamos na metade do segundo ato e eu já tinha dançado minha última coreografia. Cheguei no meu camarim e uma das meninas que ainda ia dançar estava lá, desesperada, porque ainda não tinha feito a maquiagem (porque só eu tinha que fazer?!). Bom, peguei minhas coisas e, com a maior paciência do mundo, fui fazer a maquiagem da menina. Lembro muito bem... ela ia fazer uma apresentação de dança do ventre. Por isso, marquei bastante seus olhos, a sombrancelha, um batonzinho de leve e uma base daquelas com purpurina no corpo.
Já estava terminando de maquiá-la, quando meu namorado invadiu o camarim e começou a me beijar loucamente. Me colocou sentada na mesinha, de costas pro espelho, e eu o abracei com as pernas. Estávamos com muito tesão na hora. Até esquecemos da menina assistindo tudo. Ele tirou a parte de cima do meu collant e começou a beijar e mordiscar meus seios. Fui às alturas.
De repente, sem querer, esbarrei na bolsinha de batons, fazendo todos caírem no chão. E a garota começou a juntá-los. Quando ela levantou, como que num impulso, beijou demoradamente meu pescoço e eu levei sua mão ao meu seio. Meu namorado, que estava me masturbando, ficou louco com a cena.
O tesão era tanto que convencemos a menina a não subir pro palco. Trepamos como loucos. Só tivemos que parar, quase duas horas depois, porque já não tinha quase ninguém no teatro. Foi uma delícia... luxúria pura.
No dia seguinte, recebi flores em casa. Eram do meu namorado. Ele ainda estava em transe com o acontecido, pois nunca nem tínhamos conversado sobre transar com uma terceira pessoa. O peguei de surpresa. E o cartãozinho das flores dizia assim:

"Para a melhor,
mais linda e gostosa
dançarina que eu conheço."



Porque a nossa "dança" foi muuuito mais gostosa do que as que aconteceram no palco...

Postado por Lady Tramp, em 4:26 PM

Comentários:



Terça-feira, Janeiro 13, 2004

ENCALHADA???? EU?????


Talvez por estar me sentindo muito velha ultimamente, ando num período muito nostálgico da minha vida (quando digo velha não me refiro apenas à ação da gravidade, que de uns tempos para cá tem esculhambado comigo de tal forma que é melhor nem entrar em detalhes... Espírito velho mesmo, entendem??? Aquele lance de não ter saco para fazer nada e usar como desculpa o famoso " não tenho mais idade pra essas coisas")

Não gosto quando entro nessas fases, pois é inevitável lembrar daquele "FDP" por quem eu era apaixonada e que me deu um fora, ou daquele "bonzinho" que fazia de tudo por mim e que eu não conseguia nem olhar na cara de tão chato que era o cidadão... Enfim, são vários momentos e lembranças que vêm à tona com uma simples palavra, um cheiro, uma cena... Alguns destes momentos são gostosos de recordar, mas que a verdade seja dita!!! Mesmo uma boa recordação só serve para detonar quem já está mal (E quem é que fica lembrando do passado quando o presente está bom, anyway???), pois nos dá uma visão mais ampla do tamanho do buraco em que nos encontramos.

Tá!!! Viajei agora, eu sei... Mas foi apenas uma leve introdução para vocês entenderem a minha atual situação.

Sou uma mulher de vinte e tantos anos, cheia de amor pra dar, fogosa,e que apesar de não ser nenhuma diva de cinema, modéstia a parte também não sou de se jogar fora... Mas encontro-me numa situação muitíssimo delicada... Estou ENCALHADA!!!!

Jurei para mim mesma que nunca iria dizer isso, afinal, admitir que está encalhada é final de carreira, pô!!! Mas a verdade é essa!!! Estou!!! E agora vocês me perguntam... "Se você é bonita, inteligente e completamente ninfomaníaca, por que diabos está encalhada???" (a propósito, que palavra mais horrível para descrever mulheres que ainda não casaram, não é mesmo???)



Aí é que entra a parte nostálgica que eu havia dito antes... Estou tão ligada a uma pessoa do meu passado que não consigo me envolver com outra pessoa no presente... Sei que a gente não deve comparar uma pessoa a outra jamais, mas como não faze-lo quando acordamos ao lado de um "fulaninho" qualquer, que se acha o "Deus do Sexo", mas nunca ouviu falar em clitóris??? Fica difícil de caminhar pra frente desse jeito... E tentar entender o porquê de você ter dado o pé na bunda daquele homem maravilhoso e sensível, que te acordava todos os dias com o café na cama e uma sessão matinal de sexo (maravilhoso por sinal!!!) não ajuda muito... É de pirar com a cabeça de qualquer uma!!!

Eu até tento não pensar nele, mas os pequenos detalhes sempre estão lá para me lembrar... Ontem mesmo, estava eu procurando algo decente para assistir na televisão quando passei pelo canal do circuito interno de câmeras de segurança de onde moro... Eis que vejo um casal de adolecentes namorandinho num banco do play-ground... Aiiiiiiii!!!! Foi bem assim que começamos a nossa estória!!!!!! E mais uma vez as lembranças de dias melhores e mais felizes aparecem em minha mente, fazendo com que o meu "pegas" atual pareça um ser de outro planeta, que não conhece absolutamente nada sobre o universo feminino... E mais uma vez eu me vejo sozinha, encalhada, e desejando que o "próximo" seja aquela pessoa especial que vai me fazer feliz...

Será que é só comigo que isso acontece?????

Postado por Loira Furacão, em 3:26 PM

Comentários:



Sexta-feira, Janeiro 09, 2004

Puríssima!!!


Recebi uma cantada muito fofa e safadinha quando estava num show. Aceitei o convite na hora. Naquela época eu só precisava ter a camisinha pra transar com todo e qualquer estranho que me agradasse.
E lá estávamos nós, num cantinho ao ar livre, longe das pessoas e prontos pra fazer muita sacanagem e ralar os joelhos! Quem me dera... na hora em que eu abri a bolsa pra procurar a camisinha, ele me solta um "eu sou virgem" em alto e bom som. O susto foi grande. Se eu estivesse sóbria, provavelmente teria perdido totalmente o tesão e desistido do cara. Mas minha reação foi mais estranha do que eu imaginava. Deixei escapar um assustado e irônico "Qual a sua idade?".... E, garanto pra vocês, não era idade de um homem lindo daqueles ser virgem, com o prazo de virgindade longe de vencer. Pra piorar, meu instinto (bebum) decidiu não desistir do sexo... à essa altura não tão fenomenal quanto eu esperava.
Fiz tudo pra ele mudar de idéia. Beijei, bati uma, deixei ele brincar com meus seios e nada... Apesar da alegria do seu companheirinho, ele queria perder a virgindade com alguém especial num lugar especial. O lugar especial eu já tinha... era um píer, do outro lado do clube e a gente podia "fazer amor sob as estrelas". Até aí tudo bem. Complicou quando eu decidi ser a pessoa especial e falei que era virgem também. Quase não conseguia segurar o riso... ele lá, todo desconcertado, com uma "virgem" doida que queria atacá-lo ao ar livre.
Não transamos. Porque o lugar que ele tinha em mente era um pouco mais macio do que um bando de tábuas velhas em cima do lago.
Ele, tadinho, acreditou na minha pureza...


Mas dessa vez minha mentira não colou... O que eu quero saber do vocês é:

Que mentira já contaram (ou contariam) pra levar alguém pra cama?

Postado por Lady Tramp, em 3:42 PM

Comentários: